Sempre que a solidão me atira contra o muro da loucura, a alma sangra. Sempre que as lágrimas apagam a história de amor que renasce das cinzas, as feridas aumentam e doem mais. Mas a ilusão acaba por morrer, e com ela enterram-se memórias, lembranças que nos abanam para um luto anunciado . Ainda assim, a hipocrisia e o "faz de conta que és feliz" vence a verdade e o amor, passa a ser a maior das mentiras que a vida tem... LUTO ANUNCIADO NÃO FOI AMOR, QUE A SOLIDÃO FEZ O PASSADO PARA TRÁS VOLTAR NÃO FOI AMOR, FOI PAIXÃO TEMPESTADE QUE TEIMA EM ME LEVAR NÃO FOI AMOR, FOI HISTÓRIA DAS QUE NÃO TEM FIM ANUNCIADO NÃO FOI AMOR, PERDE-SE A MEMÓRIA ESTILHAÇOS DE AMARGURA, SONHO AMORDAÇADO NÃO FOI AMOR, FOI FERIDA QUE NÃO TEM CURA, DÓI ETERNAMENTE AMOR NÃO É JOGO, NÃO ARDE, NÃO TEM VIDA AMOR NÃO FAZ DOER, NÃO SE AFOGA NA CORRENTE... Edite Novais
Uma poetisa de Arganil