Abracei-te de fugida.
Tanto que ficou por dizer.
Em lágrimas, sem despedida.
Num sonho de amor, por viver.
Abracei-te, pedi te a medo.
Que o adeus fosse adiado.
Quis ouvir, o teu segredo.
Primeiro beijo, roubado.
Abracei-te e confessei.
Que te amava, e não podia.
O que disse, só eu sei.
Talvez me lembres um dia.
Abracei-te, de palavras tão sofridas.
De lágrimas que nem o tempo acarinhou.
Senti te, fantasia doutras vidas.
Que o destino já marcou.
Abracei-te, num só olhar.
Fiz de conta que me amavas.
Quando aquele dia chegar.
Fica abraçado a mim, e faz de conta, que gostavas!
Tanto que ficou por dizer.
Em lágrimas, sem despedida.
Num sonho de amor, por viver.
Abracei-te, pedi te a medo.
Que o adeus fosse adiado.
Quis ouvir, o teu segredo.
Primeiro beijo, roubado.
Abracei-te e confessei.
Que te amava, e não podia.
O que disse, só eu sei.
Talvez me lembres um dia.
Abracei-te, de palavras tão sofridas.
De lágrimas que nem o tempo acarinhou.
Senti te, fantasia doutras vidas.
Que o destino já marcou.
Abracei-te, num só olhar.
Fiz de conta que me amavas.
Quando aquele dia chegar.
Fica abraçado a mim, e faz de conta, que gostavas!
Edite Novais
29 Maio 2018

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